Simulamos ataques reais com as técnicas que os criminosos usam, mas com autorização e método. Antes de definir o escopo, entendemos por que o teste é necessário, porque isso muda a abordagem, a profundidade e o relatório.
Ataques acontecem todos os dias. Quem não testa a própria segurança costuma descobrir as falhas da pior forma: depois do incidente.
Um pentest para a auditoria da PCI DSS, para atender ao Banco Central, para responder a um cliente ou para medir a própria defesa são trabalhos diferentes. Por isso a primeira conversa é sobre o porquê, e só depois sobre o escopo.
Mede a exposição externa e a capacidade de detecção. Faz sentido quando a empresa já tem inventário, monitoramento e controles básicos.
Cobre mais superfície no mesmo prazo e encontra falhas de autorização que um teste às cegas não alcança. É o ponto de partida mais comum.
Dá a maior profundidade. Indicado para produtos, lançamentos e sistemas críticos desenvolvidos internamente.
Quando o ambiente ainda não tem controles básicos, o black box gasta boa parte das horas descobrindo o que a equipe poderia contar em uma reunião. E propostas que juntam black box com entrevistas, assessment e auditoria de norma entregam ao testador justamente as informações que o teste supõe que ele não tenha. Nesses casos dizemos isso antes da proposta e indicamos o caminho que traz resultado, como um assessment seguido de um gray box.
Processo estruturado e transparente. Você acompanha cada etapa em tempo real.
O mesmo teste gera documentos diferentes para a diretoria, para o time técnico e para quem cobra a evidência, seja auditor, regulador ou cliente.
Em até 24h marcamos uma conversa para entender o objetivo do teste. A proposta vem depois, com a abordagem certa para ele.
Números sem fonte indicada, como ambientes testados, certificações entregues, satisfação e resultados de cases, são dados de projetos da IONICZ. Links verificados em outubro de 2026.